A promessa é do secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque (PSB). Licitação foi aberta nesta segunda (21) e recebe propostas até o dia 5. O custo máximo será de R$ 84,7 mil. (mais…)
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Aeroporto de Vila Oliva deve ter projeto pronto até o final do ano
21/05/2012 por Robin Siteneski
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Embaixatriz deve receber Voto de Louvor nesta quinta (24)
22/05/2012 por O Caxiense
Festa da Uva entregará prêmio em confraternização fechada aos organizadores do evento.
(mais…)Categoria: Geral | Tags: embaixatrizes,Festa da Uva,Menção Honrosa,voto de louvor | Nenhum comentário -
Consulta popular avalia transporte coletivo
21/05/2012 por Fabiana Seferin
Pesquisa pode ser respondida na praça ou online. Expectativa é de que de 5 mil usuários participem. (mais…)
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Caxias do Sul fica cada vez menos verde
por Fabiana Seferin
Prefeitura cortou árvores de 60 anos. (mais…)
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Desenvolvimento sustentável é debatido
22/05/2012 por O Caxiense
UCS promove Congresso de Direito e Ambiente. (mais…)
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Richard Biglia, um caxiense na Broadway
por O Caxiense

Um tombo pode representar receio em novas tentativas, mas o caxiense Richard Biglia, de 20 anos, fez exatamente o contrário. Com apenas 16 anos, Richard chegou até a penúltima etapa de seleção para atuar na versão brasileira do filme High School Musicial, da Disney. A falta de experiência deve ter sido o motivo da tentativa frustrada do garoto apaixonado por teatro e dança desde os 6 anos.
“Eu não estava maduro o suficiente nessa época para tamanha responsabilidade”, diz.
Richard recomeçou no teatro, em Porto Alegre. Em 2009, atuou em Elefantilt – Um Exército Brechtiano, com direção de Humberto Vieira e fez uma participação especial em uma minissérie produzida pela Ulbra TV. No ano seguinte, o jovem ator encarou o “maior e melhor” desafio de sua carreira: interpretar um jovem em crise com a sexualidade, em cenas de nudez, beijo homossexual e masturbação, na peça O Despertar da Primavera, dirigida por Zé Adão Barbosa. Com o fim da temporada, Richard apostou na dança e realizou o sonho de morar no Exterior. Em Nova York, fez um curso de 6 meses na Broadway Dance Center – balé clássico, dança contemporânea e canto. Indicado pelo seu professor, fez uma audição na renomada escola Manhattan Youtch Ballet e foi aprovado. Hoje, Richard vive nos Estados Unidos, mora em um apartamento com outros dois brasileiros e uma mexicana.
“O público muda e o artista muda. Em Caxias, é impossível viver como ator ou como bailarino, seria mais uma questão de hobby do que profissão”, conta Richard, que agora tenta realizar o sonho que levou ao seu primeiro tombo: atuar em musicais.
Richard Biglia é o personagem da coluna Boa Gente da edição 128. Na edição 129, nas bancas, iPad e para assinantes (veja a promoção com brinde), a boa gente da vez é Flávia Scariot, da Associação SOS Vida.
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Élder Granja é liberado pelo Juventude
21/05/2012 por Rafael Machado
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Cinépolis exibirá espetáculo de patinação no gelo
por Carol De Barba
Opera on Ice levará os campeões olímpicos do esporte à Arena de Verona. (mais…)
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Biblioteca da UCS aumenta acervo de livros digitais
por O Caxiense
Sistema conta com mais 35 livros, todos da Educs. (mais…)
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Por que não somos iguais? Jornalismo além do umbigo
por Paula Sperb
Não sou exceção. Como a maioria das pessoas, acredito que o pior não vai me atingir. Estou protegida. Assim como os motoristas que infringem as normas de conduta segura ao beber antes de dirigir um automóvel, por exemplo, e têm certeza de que nada vai ocorrer, também me sinto segura. Sem infringir normas, é claro. Aliás, sobre essa imprudência o antropólogo Roberto DaMatta escreveu um livro, Fé em Deus e pé na tabua – ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil. O carro torna-se um símbolo de poder e coloca o motorista no alto da hierarquia do trânsito, onde o pedestre é fragilizado. Herança cultural do nosso tenebroso passado escravocrata que dependia da hierarquia para funcionar. Pode reparar, é muito difícil ser igual no Brasil, em Caxias do Sul. Há uma incessante busca por ser melhor e, de forma generalizante, além de acentuar as diferenças, gera um comportamento que subjuga os mais fracos ou pobres. E o poder, junto com a fé tipicamente brasileira, garante a sensação de ser inatingível. Na última semana, de diferentes formas, refleti sobre o assunto. Uma das mascotes da família adoeceu e morreu, lembrando do quanto a vida é imprevisível e passageira. A morte, seja de um animal de estimação ou de um membro da família, atinge todos – milionários ou dependentes do salário mínimo. Nesse quesito, somos iguais, por mais que o esforço seja contrário, para reforçar as diferenças através do status.
Outra diferença fez com que eu refletisse sobre a minha própria condição. Enquanto trabalhava, ao verificar a carta de reivindicações do Sindicato dos Metalúrgicos, deparei com o tópico da luta por salários iguais para mulheres. Mas as mulheres recebem menos do que os homens? Não parece óbvio, mas ao mesmo tempo tão estranho, já que eu sempre tive as mesmas oportunidades de estudo e trabalho e sempre fui tratada como igual? Minha convicção de que as mulheres estão em igualdade com os homens ruiu. Jornalismo é muito mais do que a realidade individual de quem exerce a profissão. A reportagem de capa contextualiza o cenário do emprego e salários das mulheres em Caxias, que ganham apenas 54% do salário dos homens. Seguindo a lógica do antropólogo DaMatta, de que nossa sociedade não consegue ser igual, avanço dizendo que não é só no quesito de status, no trânsito, em relação às leis, mas as diferenças são reforçadas também entre os sexos, sim. E aqui mudei meu discurso. Sempre acreditei na igualdade, mas os fatos provam o contrário. Veja a fotografia da página 14. Você sabe dizer se é homem ou mulher? “Não é justo que se equipare ao dos homens o salário das mulheres”. Quem é o autor da citação? Leia toda a reportagem, descubra e reflita.
Na edição passada, contamos como é sair à noite em buscar do amor para quem tem mais de 30. Veja o que alguns leitores acharam:
“Boa reportagem de capa, mas confesso que me senti velho, sendo comparado com “baladeiros” dos 40.”
Ricardo Brisotto“Adorei a matéria sobre a galera frequentadora de bares. Parabéns!”
Vanessa KukulObrigada pela leitura e até semana que vem.
A edição 129 está nas bancas, iPad e para assinantes (veja a promoção que dá a camiseta do Tio da Casquinha).















