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	<description>Jornal com noticias e reportagens de Caxias do Sul (RS).</description>
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		<title>Calor alerta para risco de animais peçonhentos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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		<description><![CDATA[Maior perigo é de cobras venenosas. Jararacas são 70% dos casos, diz coordenadora do Serpentário da UCS. A seca que atinge Caxias do Sul e todo o território gaúcho, além de dificultar a distribuição de água à população e aumentar a ocorrência de doenças respiratórias, também muda os hábitos de alguns animais. Já é comum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Maior perigo é de cobras venenosas. Jararacas são 70% dos casos, diz coordenadora do Serpentário da UCS.</em></p>
<p><span id="more-57924"></span></p>
<p>A seca que atinge Caxias do Sul e todo o território gaúcho, além de dificultar a distribuição de água à população e aumentar a ocorrência de doenças respiratórias, também muda os hábitos de alguns animais. Já é comum, no verão, detectar com mais frequência a presença de bichos venenosos nas zonas urbanas, mas a população deve ficar alerta porque a estiagem pode aumentar esse índice.</p>
<p>De acordo com a coordenadora do Serpentário da UCS, Márcia Maria Dosciatti de Oliveira, em Caxias do Sul, os riscos à população vem principalmente do aparecimento de cobras venenosas. Casos de jararacas de espécies peçonhentas, como a urutu-cruzeiro, são os mais representativo, sendo cerca de 70%. O restante, segundo ela, corresponde a corais e cascavéis peçonhentas e outras cobras que não têm veneno.</p>
<p>“Com o aumento das temperaturas, o metabolismo desses animais sofre alteração e eles sentem maior necessidade de se alimentarem. As cobras estão invadindo a zona urbana porque as pessoas invadiram o habitat natural delas, desmatando e construindo casas em locais onde elas estavam. O que mais atrai elas até a cidade é a procura por ratos, seu principal alimento, que se proliferam por causa do acúmulo de lixo ou depósito de resíduos em locais inadequados”, explica.</p>
<p>Márcia acrescenta que, em alguns casos, quando as cobras não econcontram ratos, podem invadir outros locais, como parreirais e árvores, a procura de pássaros. Ela explica que as cobras peçonhentas só atacam se forem provocadas.</p>
<p>A Coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul, Arlete Viezzer, também cita alguns cuidados básicos que podem evitar a proliferação de animais peçonhentos.</p>
<p>&#8220;Em situação de altas temperaturas e tempo seco é necessário evitar o acúmulo de lixo e restos de comida nos arredores das casas,&#8221; destaca.</p>
<p>Se uma pessoa for picada, deve procurar atendimento hospitalar imediatamente no Hospital Geral ou no Hospital Pompeia, únicos na cidade capacitados para esse atendimento. O aparecimento de pragas pode ser comunicado à Vigilância Ambiental, pelo telefone (54) 3202-1438.</p>
<p>Além das cobras, outras mudanças no comportamento dos animais exigem cuidados da população. De acordo com Juliana Moreira, veterinária do zoológico da UCS, o maior número de atendimento a animais no local se refere ao recolhimentos de ovos de aves e a busca por tratamento para animais desidratados ou vítimas de atropelamento.</p>
<p>“No caso dos ovos, muitas pessoas simplesmente tiram eles de onde estão. Mas esses ovos estão ali porque é o melhor lugar para a mãe dos pássaros alimentá-los. Se for necessário retirá-los, recomendamos que isso seja feito com cuidado e que os ovos sejam trazidos até nós”, diz.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-58015" title="banner_114" src="http://ocaxiense.com.br/wp-content/uploads/2012/02/banner_114.jpg" alt="" width="239" height="81" /></p>
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	<itunes:summary>Maior perigo é de cobras venenosas. Jararacas são 70% dos casos, diz coordenadora do Serpentário da UCS.

A seca que atinge Caxias do Sul e todo o território gaúcho, além de dificultar a distribuição de água à população e aumentar a ocorrência de doenças respiratórias, também muda os hábitos de alguns animais. Já é comum, no verão, detectar com mais frequência a presença de bichos venenosos nas zonas urbanas, mas a população deve ficar alerta porque a estiagem pode aumentar esse índice.
De acordo com a coordenadora do Serpentário da UCS, Márcia Maria Dosciatti de Oliveira, em Caxias do Sul, os riscos à população vem principalmente do aparecimento de cobras venenosas. Casos de jararacas de espécies peçonhentas, como a urutu-cruzeiro, são os mais representativo, sendo cerca de 70%. O restante, segundo ela, corresponde a corais e cascavéis peçonhentas e outras cobras que não têm veneno.
“Com o aumento das temperaturas, o metabolismo desses animais sofre alteração e eles sentem maior necessidade de se alimentarem. As cobras estão invadindo a zona urbana porque as pessoas invadiram o habitat natural delas, desmatando e construindo casas em locais onde elas estavam. O que mais atrai elas até a cidade é a procura por ratos, seu principal alimento, que se proliferam por causa do acúmulo de lixo ou depósito de resíduos em locais inadequados”, explica.
Márcia acrescenta que, em alguns casos, quando as cobras não econcontram ratos, podem invadir outros locais, como parreirais e árvores, a procura de pássaros. Ela explica que as cobras peçonhentas só atacam se forem provocadas.
A Coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul, Arlete Viezzer, também cita alguns cuidados básicos que podem evitar a proliferação de animais peçonhentos.
“Em situação de altas temperaturas e tempo seco é necessário evitar o acúmulo de lixo e restos de comida nos arredores das casas,” destaca.
Se uma pessoa for picada, deve procurar atendimento hospitalar imediatamente no Hospital Geral ou no Hospital Pompeia, únicos na cidade capacitados para esse atendimento. O aparecimento de pragas pode ser comunicado à Vigilância Ambiental, pelo telefone (54) 3202-1438.
Além das cobras, outras mudanças no comportamento dos animais exigem cuidados da população. De acordo com Juliana Moreira, veterinária do zoológico da UCS, o maior número de atendimento a animais no local se refere ao recolhimentos de ovos de aves e a busca por tratamento para animais desidratados ou vítimas de atropelamento.
“No caso dos ovos, muitas pessoas simplesmente tiram eles de onde estão. Mas esses ovos estão ali porque é o melhor lugar para a mãe dos pássaros alimentá-los. Se for necessário retirá-los, recomendamos que isso seja feito com cuidado e que os ovos sejam trazidos até nós”, diz.

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<itunes:subtitle>Maior perigo é de cobras venenosas. Jararacas são 70% dos casos, diz coordenadora do Serpentário da UCS. A seca que atinge Caxias do Sul e todo o território gaúcho, além de dificultar a distribuição de água à população e aumentar a [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Ouça a música-tema da próxima Festa da Uva</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2011/09/ouca-a-musica-tema-da-festa-da-uva/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 13:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Aramis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Festa da Uva]]></category>

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		<description><![CDATA[Canção foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha A Festa Nacional da Uva 2012 já tem trilha sonora. &#8220;Cor, Ação. A Safra da Vida na Magia das Cores&#8221;, a composição de Juliano Britto e Luiz Gustavo Viegas que venceu o concurso, foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha, no sábado (3). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Canção foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha<span id="more-41143"></span></strong></p>
<p><br />
A Festa Nacional da Uva 2012 já tem trilha sonora. &#8220;Cor, Ação. A Safra da Vida na Magia das Cores&#8221;, a composição de Juliano Britto e Luiz Gustavo Viegas que venceu o concurso, foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha, no sábado (3).</p>
<p>Juliano e Gustavo trabalharamm em parceria na letra e na música. Os dois tocam juntos na banda de ritmos latinos e flamenco La Soleá. Conforme Juliano, a composição da música-tema utiliza voz, violão, percussão (como o bumbo leguero), contrabaixo e flauta. A voz principal no projeto apresentado à Festa da Uva é de Fran Duarte.</p>
<p>“É uma composição orgânica. Não tem nada de teclado, nada de sintético. No começo, a música tem uma levada do chamamé. O ritmo tem esse traço regional”, conta Juliano.</p>
<p>A dupla levou cerca de um mês para finalizar o projeto. Conforme Juliano, a letra – última etapa a ser realizada – destaca o tema da festa, a herança do trabalho dos imigrantes e a fé. E o refrão é um convite.</p>
<p>“O refrão tem várias pessoas cantando. Tem o clima convidativo de um ambiente de festa”, explica o músico.</p>
<p><a href="http://ocaxiense.com.br/category/geral/festa-da-uva-geral/" target="_blank">LEIA MAIS sobre a Festa da Uva</a></p>
<p><em><img title="banner_edicao92" src="http://ocaxiense.com.br/wp-content/uploads/2011/09/banner_edicao92.jpg" alt="" width="275" height="74" /></em></p>
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	<itunes:summary>Canção foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha

A Festa Nacional da Uva 2012 já tem trilha sonora. “Cor, Ação. A Safra da Vida na Magia das Cores”, a composição de Juliano Britto e Luiz Gustavo Viegas que venceu o concurso, foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha, no sábado (3).
Juliano e Gustavo trabalharamm em parceria na letra e na música. Os dois tocam juntos na banda de ritmos latinos e flamenco La Soleá. Conforme Juliano, a composição da música-tema utiliza voz, violão, percussão (como o bumbo leguero), contrabaixo e flauta. A voz principal no projeto apresentado à Festa da Uva é de Fran Duarte.
“É uma composição orgânica. Não tem nada de teclado, nada de sintético. No começo, a música tem uma levada do chamamé. O ritmo tem esse traço regional”, conta Juliano.
A dupla levou cerca de um mês para finalizar o projeto. Conforme Juliano, a letra – última etapa a ser realizada – destaca o tema da festa, a herança do trabalho dos imigrantes e a fé. E o refrão é um convite.
“O refrão tem várias pessoas cantando. Tem o clima convidativo de um ambiente de festa”, explica o músico.
LEIA MAIS sobre a Festa da Uva

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<itunes:subtitle>Canção foi apresentada pela primeira vez na escolha da rainha A Festa Nacional da Uva 2012 já tem trilha sonora. “Cor, Ação. A Safra da Vida na Magia das Cores”, a composição de Juliano Britto e Luiz Gustavo Viegas que venceu o concurso, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Implantação da capina química é rejeitada em Caxias</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/projeto-da-capina-quimica-e-rejeitado-em-caxias/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 17:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CAPINA]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) rejeitou o projeto de implantação da capina química em Caxias do Sul. A decisão de não aprovar o projeto, proposto pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca), foi tomada em reunião que ocorreu nesta quinta-feira. O projeto recebeu cinco votos favoráveis e oito votos contrários. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) rejeitou o projeto de implantação da capina química em Caxias do Sul. A decisão de não aprovar o projeto, proposto pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca), foi tomada em reunião que ocorreu nesta quinta-feira.</p>
<p>O projeto recebeu cinco votos favoráveis e oito votos contrários. Segundo o secretário do Meio Ambiente e presidente do Comdema , Adelino Teles, o Conselho preferiu rejeitar o projeto por causa da falta de apresentação de dados técnicos detalhados.</p>
<p>“O estudo apresentado pela Codeca não é suficiente. Queremos que se tenha uma real comprovação de que o produto não vai atingir o meio ambiente e as pessoas. ”</p>
<p>O secretário acrescenta que a capina química foi pauta da discussão de pelo menos quatro  reuniões do Comdema. O projeto agora volta para a Câmara de Vereadores, que só vai poder analisá-lo em fevereiro, por causa do recesso.</p>
<p>“Mesmo se tivéssemos aprovado, a capina química ainda não seria implantada porque a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)  ainda não licenciou o herbicida que seria utilizado”, ressalta Teles.</p>
<p><a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/solucao-nociva-contra-ervas-daninhas/" target="_blank">ENTENDA O CASO:  Leia aqui matéria publicada na versão impressa do jornal O Caxiense.</a></p>
<p><strong>Escute o depoimento da repórter Valquíria Vita sobre a capina químic</strong>a</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em nota, a Codeca informou que vai aguardar o parecer da Anvisa referente ao uso de herbicida na capina para voltar a discutir o assunto com a comunidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">João Osório Martins, engenheiro químico responsável pelo estudo que a Codeca apresentou, não se manifestou sobre a rejeição do Comdema. Mas ressaltou que o Conselho é formado por pessoas de formações diferentes, nenhum deles, porém, da área da engenharia química.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Lá se tem uma média da sociedade. Então fica difícil discutir com o pessoal que não é do ramo técnico&#8221;, diz Osório.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O engenheiro químico afirma que os dados dos testes e análises em laboratórios da capina química foram apresentados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Se isso não é dado técnico então não sei o que é&#8221;, afirma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Osório acrescenta que no momento espera a manifestação da Codeca.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Se solicitarem a realização de mais testes eu os farei.&#8221;</div>
<p>Em nota, a Codeca informou que vai aguardar o parecer da Anvisa referente ao uso de herbicida na capina para voltar a discutir o assunto com a comunidade.</p>
<p>João Osório Martins, engenheiro químico responsável pelo estudo que a Codeca apresentou, não se manifestou sobre a rejeição do Comdema. Mas ressaltou que o Conselho é formado por pessoas de formações diferentes, nenhum deles, porém, da área da engenharia química.</p>
<p>&#8220;Lá se tem uma média da sociedade. Então fica difícil discutir com o pessoal que não é do ramo técnico&#8221;, diz Osório.</p>
<p>O engenheiro químico afirma que os dados dos testes e análises em laboratórios da capina química foram apresentados.</p>
<p>&#8220;Se isso não é dado técnico então não sei o que é&#8221;, afirma.</p>
<p>Osório acrescenta que no momento espera a manifestação da Codeca.</p>
<p>&#8220;Se solicitarem a realização de mais testes eu os farei.&#8221;</p>
<p><strong>Foto: Maicon Damasceno/O Caxiense</strong></p>
<p><em>Publicado às 15h55 de 17 de dezembro de 2009. Atualizado às 16h55.</em></p>
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	<itunes:summary>O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) rejeitou o projeto de implantação da capina química em Caxias do Sul. A decisão de não aprovar o projeto, proposto pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca), foi tomada em reunião que ocorreu nesta quinta-feira.
O projeto recebeu cinco votos favoráveis e oito votos contrários. Segundo o secretário do Meio Ambiente e presidente do Comdema , Adelino Teles, o Conselho preferiu rejeitar o projeto por causa da falta de apresentação de dados técnicos detalhados.
“O estudo apresentado pela Codeca não é suficiente. Queremos que se tenha uma real comprovação de que o produto não vai atingir o meio ambiente e as pessoas. ”
O secretário acrescenta que a capina química foi pauta da discussão de pelo menos quatro  reuniões do Comdema. O projeto agora volta para a Câmara de Vereadores, que só vai poder analisá-lo em fevereiro, por causa do recesso.
“Mesmo se tivéssemos aprovado, a capina química ainda não seria implantada porque a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)  ainda não licenciou o herbicida que seria utilizado”, ressalta Teles.
ENTENDA O CASO:  Leia aqui matéria publicada na versão impressa do jornal O Caxiense.
Escute o depoimento da repórter Valquíria Vita sobre a capina química
Em nota, a Codeca informou que vai aguardar o parecer da Anvisa referente ao uso de herbicida na capina para voltar a discutir o assunto com a comunidade.
João Osório Martins, engenheiro químico responsável pelo estudo que a Codeca apresentou, não se manifestou sobre a rejeição do Comdema. Mas ressaltou que o Conselho é formado por pessoas de formações diferentes, nenhum deles, porém, da área da engenharia química.
“Lá se tem uma média da sociedade. Então fica difícil discutir com o pessoal que não é do ramo técnico”, diz Osório.
O engenheiro químico afirma que os dados dos testes e análises em laboratórios da capina química foram apresentados.
“Se isso não é dado técnico então não sei o que é”, afirma.
Osório acrescenta que no momento espera a manifestação da Codeca.
“Se solicitarem a realização de mais testes eu os farei.”
Em nota, a Codeca informou que vai aguardar o parecer da Anvisa referente ao uso de herbicida na capina para voltar a discutir o assunto com a comunidade.
João Osório Martins, engenheiro químico responsável pelo estudo que a Codeca apresentou, não se manifestou sobre a rejeição do Comdema. Mas ressaltou que o Conselho é formado por pessoas de formações diferentes, nenhum deles, porém, da área da engenharia química.
“Lá se tem uma média da sociedade. Então fica difícil discutir com o pessoal que não é do ramo técnico”, diz Osório.
O engenheiro químico afirma que os dados dos testes e análises em laboratórios da capina química foram apresentados.
“Se isso não é dado técnico então não sei o que é”, afirma.
Osório acrescenta que no momento espera a manifestação da Codeca.
“Se solicitarem a realização de mais testes eu os farei.”
Foto: Maicon Damasceno/O Caxiense
Publicado às 15h55 de 17 de dezembro de 2009. Atualizado às 16h55.
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<itunes:subtitle>O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) rejeitou o projeto de implantação da capina química em Caxias do Sul. A decisão de não aprovar o projeto, proposto pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca), foi [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Ex-papo, Renan vai jogar no Caxias</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/ex-papo-renan-vai-jogar-no-caxias/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 19:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um jogador preterido pelo Juventude é apresentado no Centenário. Renan, 25 anos, submeteu-se a exames médicos esta manhã e logo a seguir assinou contrato para a temporada 2010. Renan é o 12º reforço do esquadrão grená. Escute o depoimento de Renan Assim como o meia Marcelo Costa (também ex-Juventude), apresentado na última sexta-feira, Renan [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um jogador preterido pelo Juventude é apresentado no Centenário. Renan, 25 anos, submeteu-se a exames médicos esta manhã e logo a seguir assinou contrato para a temporada 2010. Renan é o 12º reforço do esquadrão grená.</p>
<p><span id="more-1509"></span><!--more--></p>
<p><strong>Escute o depoimento de Renan</strong> </p>
<p>Assim como o meia Marcelo Costa (também ex-Juventude), apresentado na última sexta-feira, Renan quer mudar o curso da carreira no próximo ano. De preferência espantar o fantasma das lesões:</p>
<p>“Essa maré de azar, com certeza, já passou e creio em um 2010 maravilhoso”, revela Renan.</p>
<p>“Tive uma lesão um pouco complicada, mas fiz os exames para mostrar que estou curado”, justifica, após submeter-se a uma avaliação do médico Carlos Bergamaschi e a exames clínicos.</p>
<p>Renan pretende ajudar o Caxias a alcançar o maior objetivo de 2010: voltar ao Brasileiro da série B.</p>
<p>“Eu não prometo dribles e gols, mas muita vontade. O torcedor pode esperar isso, muita vontade, garra, comprometimento e profissionalismo”, defende.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Nome: Renan Pereira da Silva<br />
Posição: Volante<br />
Idade: 25 anos (05/01/1984)<br />
Local de nasc.: Santo Antônio de Pádua (RJ)<br />
Peso: 80kg<br />
Altura: 1,81m<br />
Clubes: Corinthians, Nororeste-SP, Grêmio, Porto Alegre, Esportivo e Juventude</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Foto: Renan foi apresentado nesta segunda | Crédito: Luiz Calso Erbes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Áudio: Luiz Carlos Erbes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Publicado às 17h de 14 de dezembro de 2009.</div>
<p><strong>Foto: Renan foi apresentado nesta segunda | Crédito: Luiz Calso Erbes</strong></p>
<p>Áudio: Luiz Carlos Erbes</p>
<p><em>Publicado às 17h de 14 de dezembro de 2009.</em></p>
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	<itunes:summary>Mais um jogador preterido pelo Juventude é apresentado no Centenário. Renan, 25 anos, submeteu-se a exames médicos esta manhã e logo a seguir assinou contrato para a temporada 2010. Renan é o 12º reforço do esquadrão grená.

Escute o depoimento de Renan 
Assim como o meia Marcelo Costa (também ex-Juventude), apresentado na última sexta-feira, Renan quer mudar o curso da carreira no próximo ano. De preferência espantar o fantasma das lesões:
“Essa maré de azar, com certeza, já passou e creio em um 2010 maravilhoso”, revela Renan.
“Tive uma lesão um pouco complicada, mas fiz os exames para mostrar que estou curado”, justifica, após submeter-se a uma avaliação do médico Carlos Bergamaschi e a exames clínicos.
Renan pretende ajudar o Caxias a alcançar o maior objetivo de 2010: voltar ao Brasileiro da série B.
“Eu não prometo dribles e gols, mas muita vontade. O torcedor pode esperar isso, muita vontade, garra, comprometimento e profissionalismo”, defende.
Ficha Técnica
Nome: Renan Pereira da Silva
Posição: Volante
Idade: 25 anos (05/01/1984)
Local de nasc.: Santo Antônio de Pádua (RJ)
Peso: 80kg
Altura: 1,81m
Clubes: Corinthians, Nororeste-SP, Grêmio, Porto Alegre, Esportivo e Juventude
Foto: Renan foi apresentado nesta segunda | Crédito: Luiz Calso Erbes
Áudio: Luiz Carlos Erbes
Publicado às 17h de 14 de dezembro de 2009.
Foto: Renan foi apresentado nesta segunda | Crédito: Luiz Calso Erbes
Áudio: Luiz Carlos Erbes
Publicado às 17h de 14 de dezembro de 2009.
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<itunes:subtitle>Mais um jogador preterido pelo Juventude é apresentado no Centenário. Renan, 25 anos, submeteu-se a exames médicos esta manhã e logo a seguir assinou contrato para a temporada 2010. Renan é o 12º reforço do esquadrão grená. Escute o [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Mais reforços chegam ao Centenário</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/mais-tres-reforcos-chegam-ao-centenario/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a apresentação ocorrida há pouco, já são 11 os novos atletas contratados pelo Caxias. O principal nome é o do meia Marcelo Costa, 29 anos, revelado pelo Juventude, e com passagens pelo Grêmio (onde foi campeão da Série B e do Gauchão) e Palmeiras. Há quase um ano sem disputar um jogo profissional, Marcelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a apresentação ocorrida há pouco, já são 11 os novos atletas contratados pelo Caxias. O principal nome é o do meia Marcelo Costa, 29 anos, revelado pelo Juventude, e com passagens pelo Grêmio (onde foi campeão da Série B e do Gauchão) e Palmeiras. Há quase um ano sem disputar um jogo profissional, Marcelo agradece a confiança depositada pela direção do Caxias.</p>
<p>“O Caxias foi me buscar e valorizou a minha vinda. Estou muito feliz por voltar ao mercado e por isso quero fazer uma excelente temporada”, revela Marcelo Costa.</p>
<p><strong>Escute a declaração de Marcelo Costa </strong></p>
<p>O meia foi procurado pela direção grená ainda para a disputa da Série C deste ano.</p>
<p>“Não deu pra vir naquele momento porque o Caxias precisava de um jogador para sair jogando. Mas como eu estava parado há muito tempo não deu. E desta vez quis decidir logo o contrato para não atrasar o início da minha preparação, porque preciso de ritmo”.</p>
<p>O atacante Everton, 23, e o zagueiro Caçapa, 22, trabalharam juntos com o técnico Julinho Camargo nos juniores do Grêmio. Everton jogou um ano e meio na Noruega, num campeonato em que mais vale a força física do que a habilidade.</p>
<p><strong>Escute o depoimento de Everton </strong></p>
<p>“Lá eles não te deixam partir pra cima da defesa, porque vem porrada”, brinca.</p>
<p>Mesmo que algumas partidas do Gauchão façam Everton lembrar-se de como era ser “perseguido”em campo pelos adversários, ele pretende voltar a ter espaço para jogar bonito.</p>
<p><strong>Escute o áudio de Caçapa </strong></p>
<p>Caçapa, assim como todos os outros dez reforços do Caxias, veio para o Centenário apostando na seriedade do projeto. Como brinca, no bom sentido, Julinho Camargo:</p>
<p>“Tenho dito aos jogadores que entramos em contato para vir ao Caxias, que aqui pagam pouco, mas pagam. E felizmente, a atual fama do clube é ser bom pagador”.</p>
<p>Caçapa vai ainda mais além e afirma:</p>
<p>“O Caxias merece estar num lugar melhor, num lugar de destaque, sem menosprezo aos demais clubes, claro. E como a proposta do Caxias é subir para a série B, quero contribuir muito com isso”.</p>
<p><strong>Legenda: Caçapa, Everton e Marcelo são as novas contratações do Caxias |Crédito: Maicon Damasceno/O Caxiense</strong></p>
<p><em>Publicado às 17h29min do dia 11 de dezembro de 2009.</em></p>
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	<itunes:summary>Com a apresentação ocorrida há pouco, já são 11 os novos atletas contratados pelo Caxias. O principal nome é o do meia Marcelo Costa, 29 anos, revelado pelo Juventude, e com passagens pelo Grêmio (onde foi campeão da Série B e do Gauchão) e Palmeiras. Há quase um ano sem disputar um jogo profissional, Marcelo agradece a confiança depositada pela direção do Caxias.
“O Caxias foi me buscar e valorizou a minha vinda. Estou muito feliz por voltar ao mercado e por isso quero fazer uma excelente temporada”, revela Marcelo Costa.
Escute a declaração de Marcelo Costa 
O meia foi procurado pela direção grená ainda para a disputa da Série C deste ano.
“Não deu pra vir naquele momento porque o Caxias precisava de um jogador para sair jogando. Mas como eu estava parado há muito tempo não deu. E desta vez quis decidir logo o contrato para não atrasar o início da minha preparação, porque preciso de ritmo”.
O atacante Everton, 23, e o zagueiro Caçapa, 22, trabalharam juntos com o técnico Julinho Camargo nos juniores do Grêmio. Everton jogou um ano e meio na Noruega, num campeonato em que mais vale a força física do que a habilidade.
Escute o depoimento de Everton 
“Lá eles não te deixam partir pra cima da defesa, porque vem porrada”, brinca.
Mesmo que algumas partidas do Gauchão façam Everton lembrar-se de como era ser “perseguido”em campo pelos adversários, ele pretende voltar a ter espaço para jogar bonito.
Escute o áudio de Caçapa 
Caçapa, assim como todos os outros dez reforços do Caxias, veio para o Centenário apostando na seriedade do projeto. Como brinca, no bom sentido, Julinho Camargo:
“Tenho dito aos jogadores que entramos em contato para vir ao Caxias, que aqui pagam pouco, mas pagam. E felizmente, a atual fama do clube é ser bom pagador”.
Caçapa vai ainda mais além e afirma:
“O Caxias merece estar num lugar melhor, num lugar de destaque, sem menosprezo aos demais clubes, claro. E como a proposta do Caxias é subir para a série B, quero contribuir muito com isso”.
Legenda: Caçapa, Everton e Marcelo são as novas contratações do Caxias |Crédito: Maicon Damasceno/O Caxiense
Publicado às 17h29min do dia 11 de dezembro de 2009.
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<itunes:subtitle>Com a apresentação ocorrida há pouco, já são 11 os novos atletas contratados pelo Caxias. O principal nome é o do meia Marcelo Costa, 29 anos, revelado pelo Juventude, e com passagens pelo Grêmio (onde foi campeão da Série B e do Gauchão) [...]</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>Escute o podcast #2 com comentários da redação</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/escute-o-podcast-2-com-comentarios-da-redacao/</link>
		<comments>http://ocaxiense.com.br/2009/12/escute-o-podcast-2-com-comentarios-da-redacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Sperb</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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		<description><![CDATA[A segunda edição do Caxiense chega às bancas neste final de semana. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas &#8211; diversos assuntos movimentaram nossa redação. No segundo podcast, Renato Henrichs comenta sobre a volta do juiz Leoberto Brancher a Caxias do Sul. Roberto Hunoff [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A segunda edição do Caxiense chega às bancas neste final de semana. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas &#8211; diversos assuntos movimentaram nossa redação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No segundo podcast, Renato Henrichs comenta sobre a volta do juiz Leoberto Brancher a Caxias do Sul. Roberto Hunoff fala sobre o otimismo das empresas caxienses em relação a 2010. Prorrogação do contrato da Visate, repasse de R$ 2 milhões para a Festa da Uva e reivindicação dos médicos por aumento nos salários foram comentados pelos repórteres.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Há também espaço para sobre o lançamentos dos CDs de Lazaro Nascimento e ZAVA.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Futebol está sempre na pauta e a dívida do Juventude e os reforços do Caxias são destaques.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para escutar o podcast da redação do jornal O Caxiense, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ara fazer o download, CLIQUE AQUI.</div>
<p>A segunda edição do Caxiense já está nas bancas. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas &#8211; diversos assuntos movimentaram nossa redação.</p>
<p>No segundo podcast, <a href="http://ocaxiense.com.br/category/colunistas/renato-henrichs/" target="_blank">Renato Henrichs </a>comenta sobre a volta do juiz Leoberto Brancher a Caxias do Sul. <a href="http://ocaxiense.com.br/category/colunistas/roberto-hunoff/" target="_blank">Roberto Hunoff </a>fala sobre o otimismo das empresas caxienses em relação a 2010.<a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/contrato-com-a-visate-e-prorrogado-por-10-anos/" target="_blank"> Prorrogação do contrato da Visate</a>, <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/prefeitura-vai-repassar-quase-rs-2-milhoes-para-a-festa-da-uva/" target="_blank">repasse de R$ 2 milhões para a Festa da Uva</a> e <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/medicos-do-sus-querem-aumento-de-272/" target="_blank">reivindicação dos médicos por aumento nos salários</a> foram assuntos comentados pelos repórteres.</p>
<p>Há também espaço para falar sobre o lançamentos dos CDs de <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/lazaro-nascimento-lanca-novo-cd-nesta-quinta/" target="_blank">Lazaro Nascimento</a> e <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/zava-lanca-cd-hoje-a-noite/" target="_blank">ZAVA</a>.</p>
<p>Futebol está sempre na pauta e a dívida do <a href="http://ocaxiense.com.br/category/esportes/juventude/" target="_blank">Juventude</a> e os reforços do <a href="http://ocaxiense.com.br/category/esportes/caxias/" target="_blank">Caxias </a>são destaques.</p>
<p><strong>Para escutar o podcast da redação do jornal O Caxiense, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO. </strong>(16min55s)</p>
<p><strong></strong></p>
<p>Para fazer o download, <a href="http://ocaxiense.com.br/midia/podcast1112.mp3" target="_blank">CLIQUE AQUI.</a></p>
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	<itunes:summary>A segunda edição do Caxiense chega às bancas neste final de semana. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas – diversos assuntos movimentaram nossa redação.
No segundo podcast, Renato Henrichs comenta sobre a volta do juiz Leoberto Brancher a Caxias do Sul. Roberto Hunoff fala sobre o otimismo das empresas caxienses em relação a 2010. Prorrogação do contrato da Visate, repasse de R$ 2 milhões para a Festa da Uva e reivindicação dos médicos por aumento nos salários foram comentados pelos repórteres.
Há também espaço para sobre o lançamentos dos CDs de Lazaro Nascimento e ZAVA.
Futebol está sempre na pauta e a dívida do Juventude e os reforços do Caxias são destaques.
Para escutar o podcast da redação do jornal O Caxiense, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO.
Ara fazer o download, CLIQUE AQUI.
A segunda edição do Caxiense já está nas bancas. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas – diversos assuntos movimentaram nossa redação.
No segundo podcast, Renato Henrichs comenta sobre a volta do juiz Leoberto Brancher a Caxias do Sul. Roberto Hunoff fala sobre o otimismo das empresas caxienses em relação a 2010. Prorrogação do contrato da Visate, repasse de R$ 2 milhões para a Festa da Uva e reivindicação dos médicos por aumento nos salários foram assuntos comentados pelos repórteres.
Há também espaço para falar sobre o lançamentos dos CDs de Lazaro Nascimento e ZAVA.
Futebol está sempre na pauta e a dívida do Juventude e os reforços do Caxias são destaques.
Para escutar o podcast da redação do jornal O Caxiense, CLIQUE NO PLAYER ABAIXO. (16min55s)

Para fazer o download, CLIQUE AQUI.
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<itunes:subtitle>A segunda edição do Caxiense chega às bancas neste final de semana. Enquanto os jornalistas preparavam as reportagens para a versão impressa – com textos mais longos e informações completas – diversos assuntos movimentaram nossa [...]</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>Caxias apresenta o jogador Itaqui</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/caxias-apresenta-o-jogador-itaqui/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[A moral do treinador Julinho Camargo fez mais um jogador desistir de outros caminhos e optar por jogar no Estádio Francisco Stedile (Centenário). O mais novo reforço a ser oficialmente apresentado é o lateral-esquerdo Itaqui, 21 anos, revelado no Grêmio, com passagens pelo Paulista de Jundiaí, Náutico e, por último, Guarani de Campinas. Escute o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A moral do treinador Julinho Camargo fez mais um jogador desistir de outros caminhos e optar por jogar no Estádio Francisco Stedile (Centenário). O mais novo reforço a ser oficialmente apresentado é o lateral-esquerdo Itaqui, 21 anos, revelado no Grêmio, com passagens pelo Paulista de Jundiaí, Náutico e, por último, Guarani de Campinas.</p>
<p><strong>Escute o depoimento de Itaqui. Clique no player abaixo.</strong></p>
<p><br />
“Tinha algumas coisas encaminhadas no Centro do país, mas o convite do treinador e a boa estrutura do Caxias acabaram pesando na minha decisão”, disse Itaqui na apresentação.</p>
<p>“Tendo a confiança do técnico, o futebol rende mais”.<br />
Itaqui chega falando em título:</p>
<p>“É uma oportunidade muito boa para minha carreira. O pensamento é ser campeão, ser vencedor”.</p>
<p>Com a contratação do lateral-esquerdo, que deve ser utilizado por Julinho Camargo como volante ou meia, já são oito novos atletas no elenco grená. Os jogadores vão seguir até sábado com um trabalho físico forte, em dois turnos.</p>
<p><strong>Foto: Itaqui foi apresentado nesta quinta | Crédito: Luiz Carlos Erbes</strong></p>
<p>Áudio: Luiz Carlso Erbes</p>
<p><em>Publicado às 17h10min, do dia 10 de dezembro de 2009.</em></p>
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	<itunes:summary>A moral do treinador Julinho Camargo fez mais um jogador desistir de outros caminhos e optar por jogar no Estádio Francisco Stedile (Centenário). O mais novo reforço a ser oficialmente apresentado é o lateral-esquerdo Itaqui, 21 anos, revelado no Grêmio, com passagens pelo Paulista de Jundiaí, Náutico e, por último, Guarani de Campinas.
Escute o depoimento de Itaqui. Clique no player abaixo.

“Tinha algumas coisas encaminhadas no Centro do país, mas o convite do treinador e a boa estrutura do Caxias acabaram pesando na minha decisão”, disse Itaqui na apresentação.
“Tendo a confiança do técnico, o futebol rende mais”.
Itaqui chega falando em título:
“É uma oportunidade muito boa para minha carreira. O pensamento é ser campeão, ser vencedor”.
Com a contratação do lateral-esquerdo, que deve ser utilizado por Julinho Camargo como volante ou meia, já são oito novos atletas no elenco grená. Os jogadores vão seguir até sábado com um trabalho físico forte, em dois turnos.
Foto: Itaqui foi apresentado nesta quinta | Crédito: Luiz Carlos Erbes
Áudio: Luiz Carlso Erbes
Publicado às 17h10min, do dia 10 de dezembro de 2009.
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<itunes:subtitle>A moral do treinador Julinho Camargo fez mais um jogador desistir de outros caminhos e optar por jogar no Estádio Francisco Stedile (Centenário). O mais novo reforço a ser oficialmente apresentado é o lateral-esquerdo Itaqui, 21 anos, revelado [...]</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>Mais reforços para o esquadrão grená</title>
		<link>http://ocaxiense.com.br/2009/12/mais-reforcos-para-o-esquadrao-grena/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<description><![CDATA[O Caxias segue apresentando novos atletas na formação do elenco para a disputa do Gauchão. Assinaram contrato o lateral-direito Fabinho, o atacante Mauro Silva e o centroavante Aloísio. Não foi apresentado ainda, apesar de estar no Centenário hoje, o lateral-esquerdo Itaqui. Faltam poucos detalhes para a definição do Itaqui, mas ele só será apresentado oficialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Caxias segue apresentando novos atletas na formação do elenco para a disputa do Gauchão. Assinaram contrato o lateral-direito Fabinho, o atacante Mauro Silva e o centroavante Aloísio. Não foi apresentado ainda, apesar de estar no Centenário hoje, o lateral-esquerdo Itaqui. Faltam poucos detalhes para a definição do Itaqui, mas ele só será apresentado oficialmente depois de assinado o contrato.</p>
<p>Fabinho é uma indicação do empresário Jorge Machado e foi procurado há cerca de um mês.</p>
<p>“Eu jogo tanto de lateral como volante. Como lateral eu jogo mais na defesa, compondo uma linha de quatro. Mas se jogar como volante prefiro ser o segundo volante, que pode sair um pouco mais para o jogo”, antecipa Fabinho, ao torcedor grená.</p>
<p><strong>Escute o depoimento de Fabinho</strong> </p>
<p>As outras duas contratações, Mauro Silva e Aloísio, já trabalharam com o treinador Julinho Camargo.</p>
<p>“Vim de olhos fechados quando soube que trabalharia com o Julinho. Trabalhei com ele no Grêmio entre 2005 e 2006, ganhei muitos títulos com ele, foi um período bem feliz da minha carreira. Ele me ensinou muito, antes eu não era um jogador de verdade, não tinha senso tático nenhum, hoje sou um jogador muito melhor”, revela com gratidão Aloísio, que tem como característica de jogo as arrancadas de velocidade.</p>
<p><strong>Escute o depoimento de Aloísio </strong></p>
<p>Mauro também foi procurado para jogar no Caxias diretamente pelo atual treinador do Caxias.</p>
<p>“Fui procurado ainda em setembro para trabalhar com o Julinho, depois que voltei da Suíça. Trabalhei com ele no RS Futebol, entre 2001 e 2003. Optei pelo Caxias por ser um time de tradição no futebol gaúcho”, explica Mauro, centroavante de referência com excelente aproveitamento nas bolas áreas.</p>
<p><strong>Escute o áudio de Mauro Silva </strong></p>
<p>O Caxias segue até o final da semana intensificando os treinamentos físicos. Nesta quarta-feira, o Caxias treina apenas pela manhã, no centro de treinamentos da Voges.</p>
<p><strong>Perfil das novas contratações:</strong><br />
<strong>Fabinho</strong><br />
Lateral-direito<br />
Fábio Luís Kologeski Leão<br />
Idade: 23 anos (10/05/1986)<br />
Local de nasc.: Porto Alegre<br />
Peso: 80kg<br />
Altura: 1,80m<br />
Clubes: Inter, Marília, Corinthians-AL e CSA-AL</p>
<p><strong>Mauro Silva</strong><br />
Atacante<br />
Nome: Mauro Rafael da Silva<br />
Idade: 25 anos (20/05/1984)<br />
Local de nasc.: Sapucaia da Silva<br />
Peso: 83kg<br />
Altura: 1,85m<br />
Clubes: RS Futebol, Pelotas, Fluminense, Lausanne Sport (Suíça) e Novo Hamburgo</p>
<p><strong>Aloísio</strong><br />
Atacante<br />
Nome: Aloísio dos Santos Gonçalves<br />
Idade: 21 anos (19/06/1988)<br />
Local de nasc.: Araranguá-SC<br />
Peso: 78kg<br />
Altura: 1,76m<br />
Clubes: Grêmio e Chiasso (Suíça)</p>
<p><strong>Foto: Reforços foram apresentados na terça à tarde| Crédito: Maicon Damasceno/O Caxiense</strong></p>
<p>Áudio: Luiz Carlos Erbes</p>
<p><em>Publicado às 19h03min de 8 de dezembro de 2009.</em></p>
]]></content:encoded>
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	<itunes:summary>O Caxias segue apresentando novos atletas na formação do elenco para a disputa do Gauchão. Assinaram contrato o lateral-direito Fabinho, o atacante Mauro Silva e o centroavante Aloísio. Não foi apresentado ainda, apesar de estar no Centenário hoje, o lateral-esquerdo Itaqui. Faltam poucos detalhes para a definição do Itaqui, mas ele só será apresentado oficialmente depois de assinado o contrato.
Fabinho é uma indicação do empresário Jorge Machado e foi procurado há cerca de um mês.
“Eu jogo tanto de lateral como volante. Como lateral eu jogo mais na defesa, compondo uma linha de quatro. Mas se jogar como volante prefiro ser o segundo volante, que pode sair um pouco mais para o jogo”, antecipa Fabinho, ao torcedor grená.
Escute o depoimento de Fabinho 
As outras duas contratações, Mauro Silva e Aloísio, já trabalharam com o treinador Julinho Camargo.
“Vim de olhos fechados quando soube que trabalharia com o Julinho. Trabalhei com ele no Grêmio entre 2005 e 2006, ganhei muitos títulos com ele, foi um período bem feliz da minha carreira. Ele me ensinou muito, antes eu não era um jogador de verdade, não tinha senso tático nenhum, hoje sou um jogador muito melhor”, revela com gratidão Aloísio, que tem como característica de jogo as arrancadas de velocidade.
Escute o depoimento de Aloísio 
Mauro também foi procurado para jogar no Caxias diretamente pelo atual treinador do Caxias.
“Fui procurado ainda em setembro para trabalhar com o Julinho, depois que voltei da Suíça. Trabalhei com ele no RS Futebol, entre 2001 e 2003. Optei pelo Caxias por ser um time de tradição no futebol gaúcho”, explica Mauro, centroavante de referência com excelente aproveitamento nas bolas áreas.
Escute o áudio de Mauro Silva 
O Caxias segue até o final da semana intensificando os treinamentos físicos. Nesta quarta-feira, o Caxias treina apenas pela manhã, no centro de treinamentos da Voges.
Perfil das novas contratações:
Fabinho
Lateral-direito
Fábio Luís Kologeski Leão
Idade: 23 anos (10/05/1986)
Local de nasc.: Porto Alegre
Peso: 80kg
Altura: 1,80m
Clubes: Inter, Marília, Corinthians-AL e CSA-AL
Mauro Silva
Atacante
Nome: Mauro Rafael da Silva
Idade: 25 anos (20/05/1984)
Local de nasc.: Sapucaia da Silva
Peso: 83kg
Altura: 1,85m
Clubes: RS Futebol, Pelotas, Fluminense, Lausanne Sport (Suíça) e Novo Hamburgo
Aloísio
Atacante
Nome: Aloísio dos Santos Gonçalves
Idade: 21 anos (19/06/1988)
Local de nasc.: Araranguá-SC
Peso: 78kg
Altura: 1,76m
Clubes: Grêmio e Chiasso (Suíça)
Foto: Reforços foram apresentados na terça à tarde| Crédito: Maicon Damasceno/O Caxiense
Áudio: Luiz Carlos Erbes
Publicado às 19h03min de 8 de dezembro de 2009.
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<itunes:subtitle>O Caxias segue apresentando novos atletas na formação do elenco para a disputa do Gauchão. Assinaram contrato o lateral-direito Fabinho, o atacante Mauro Silva e o centroavante Aloísio. Não foi apresentado ainda, apesar de estar no Centenário [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Solução nociva contra ervas daninhas</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 14:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Caxiense</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sentado na ponta da mesa de reuniões da sala da diretoria da Codeca, Adiló Didomenico tira lentamente os óculos, segura-os na mão e diz, desanimado: “Estamos retirando, por ora, o projeto da capina química em Caxias”. A decisão de tentar implantar o novo processo foi anunciada pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias no final do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sentado na ponta da mesa de reuniões da sala da diretoria da Codeca, Adiló Didomenico tira lentamente os óculos, segura-os na mão e diz, desanimado: “Estamos retirando, por ora, o projeto da capina química em Caxias”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A decisão de tentar implantar o novo processo foi anunciada pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias no final do mês de setembro, e desde lá tem sido a maior causa de desconforto e discórdia que Adiló vivenciou nos cinco anos em que ocupa a presidência da empresa pública. O causador de tanta agitação é um pesticida da categoria dos herbicidas chamado glifosato. Mais conhecido pelo nome comercial –  Roundup, da multinacional Monsanto –, o glifosato é o herbicida mais vendido do mundo, principalmente para a produção agrícola.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A atuação do componente químico foi estudada durante quatro anos por engenheiros da Codeca para substituir as roçadeiras hoje responsáveis pela árdua eliminação das ervas daninhas na área urbana. Com a proposta, ao invés das roçadeiras, os funcionários da Codeca diluiriam 0,8% de glifosato na água e, com um pulverizador, aplicariam a solução no entorno do meio fio, avançando até dois metros em direção ao centro das ruas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os ganhos seriam tanto para a Codeca quanto para a cidade e o meio ambiente, garante Adiló. Com a extinção da capina manual, evitaria-se o rápido crescimento do mato, o prejuízo às árvores (que descascam quando atingidas involuntariamente pelas lâminas), a queima de óleo das roçadeiras e os acidentes como danos a vidros, faróis, latarias e, principalmente, a pedestres, que ao longo dos anos acarretaram duras indenizações cobradas da empresa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O glifosato, porém, leva junto com seu nome uma má fama, simplesmente pelo fato de ser um pesticida. Se ele é capaz de secar e matar plantas, surge a preocupação a respeito do dano que pode causar à água, aos animais e às pessoas. “O ingrediente ativo é de baixa toxicidade, mas a formulação comercial inclui um surfactante que aumenta a eficácia do produto, mas que também aumenta, e bastante, a toxicidade”, resume a doutora em epidemiologia e professora da Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves, Neice Müller Xavier Faria.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além disso, mesmo que o Conselho Estadual do Meio Ambiente, por meio da Resolução 119/2006, autorize a capina química no Rio Grande do Sul, há uma lei municipal de 2004 que a proíbe em Caxias. Com a proposta da Codeca, Caxias seria a única cidade do Estado a utilizar a prática. Em outras localidades sabe-se apenas de tentativas frustradas. O município gaúcho de Cerro Largo suspendeu a aplicação da lei local que possibilitava o uso da capina com a utilização de substâncias químicas nas áreas urbanas em 2007. O mesmo ocorreu na cidade de Sete de Setembro na metade deste ano.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na segunda-feira, dia 30, Adiló surpreendeu ao admitir que estava com vontade de retirar o projeto, afirmando que houve uma má compreensão por parte da população, que, em vez de discutir a questão técnica e ambiental, levou para o lado político e ideológico. Ele acredita que as pessoas contrárias à prática são as que têm conceitos antigos. “Eles têm preconceito como eu também tinha”, diz Adiló.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O presidente da Codeca ainda aguarda a decisão dos 22 membros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), que formou uma comissão para discutir a proposta. A definição deveria ter saí-do na manhã de quarta-feira, dia 2. Dois dos conselheiros, porém, adiaram a discussão, que já se arrasta há semanas, aumentando as expectativas dos contrários e dos favoráveis à capina química. Uma nova reunião ficou marcada para 17 de dezembro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Após conversar com seus engenheiros, um dia depois de admitir que poderia retirar o projeto, Adiló voltou atrás. Disse que pretende ampliar a discussão a partir de janeiro de 2010. A equipe vai, até lá, munir-se de mais argumentos para tentar implantar a capina. O mais forte deles, segundo o presidente, é o uso do herbicida na União Europeia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No final de novembro, Adiló e uma comitiva da Codeca e da prefeitura partiram rumo à Europa com o objetivo de visitar a moderna destinação de resíduos utilizada pelos países do outro lado do Atlântico. A viagem foi paga pela Codeca e prefeitura.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Visitando Itália, Alemanha e Espanha, a comitiva analisou também a prática de limpeza urbana. O uso da capina química, autorizado há dois anos em todos os países da Europa, encantou Adiló, que achou ali uma esperança de convencer Caxias do Sul de que essa é uma prática avançada e, principalmente, segura ao meio ambiente. “Se eu tivesse ido para a Europa e eles tivessem dito que estavam abolindo a capina química seria uma questão encerrada. É válido copiar boas ideias.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O fracasso em tentar demonstrar que o projeto seria benéfico à natureza foi o que mais frustrou Adiló. “A Codeca tem 23 ações pró-ambiente. Em tudo o que fazemos procuramos melhorar”, diz, acrescentando que todas essas práticas não podem ser simplesmente jogadas no lixo (sem trocadilhos) por causa de uma ação mal interpretada.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Caçador esportista há muitos anos, Adiló se diz um admirador do equilíbrio entre homem e natureza, principalmente no que se refere à preservação dos pássaros. “Nas regiões onde se aplica os herbicidas na soja, não se encontra caça. Então eu tinha receio que esses produtos também prejudicariam os pássaros. Fui em busca de conhecimento, contratei pesquisas, testes de campo, e eles deram residual zero, nenhum risco, nenhuma contaminação”, diz o presidente, afirmando que não existe nenhum estudo científico que apresente qualquer risco do produto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A opinião de outros especialistas, entretanto, não é tão otimista, tampouco tão tranquilizadora. Mesmo sem nunca ter fumado um cigarro, a doutora em Toxicologia e pesquisadora da Universidade de Passo Fundo (UPF) Mara Regina Tagliari Calliari tem uma tosse seca insistente. Os médicos chegaram a investigar a hipótese de uma tuberculose. A única explicação que conseguiram encontrar para o surgimento da tosse e de uma constante rinite alérgica foi a exposição que Mara teve ao glifosato entre os anos de 2001 e 2005. Nesse período, a pesquisadora trabalhou com o componente químico durante testes em ratos e começou a ter urticárias só de aplicar o produto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mara começou a se interessar por agrotóxicos em 1983, quando era estudante de Enfermagem na mesma faculdade onde hoje dá aula a jovens. Despertava sua curiosidade o grande número de bebês que nasciam com má formação. Foi quando começou a estudar Toxicologia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao longo dos anos, Mara participou e liderou pesquisas sobre o tema que tanto a instigava. Analisando as reações do glifosato em seres humanos, percebeu efeitos no sistema reprodutivo. “Há um aumento no número de abortos e partos prematuros nas famílias rurais que têm contato com o glifosato”, afirma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns dos sintomas que podem surgir por causa do contato com o produto, de acordo com a pesquisadora, são irritação nos olhos, na pele, dor de cabeça, palpitação, náusea, entorpecimento, alteração respiratória, dano hepático e renal. “A ação do glifosato no corpo é cumulativa, ou seja, quanto mais produto no organismo, mais graves serão as consequências”, resume Mara.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os trabalhadores que teriam que aplicar o produto na capina química poderiam ser afetados, principalmente se não estiverem usando os equipamentos de proteção recomendados, segundo a professora Neice Müller Xavier Faria. “Os riscos mais reconhecidos são sintomas de intoxicação aguda, principalmente irritação de olhos, pele e mucosas. Conforme a intensidade da exposição também pode ocorrer congestão nos pulmões.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Há uma certa dificuldade em documentar doenças relacionadas aos agrotóxicos. Mas, como alerta Neice, o fato de não se ter registros de problemas não significa que eles não ocorram. “Existem limitações dos profissionais em reconhecer os sintomas, agravadas pela inexistência de exames laboratoriais que documentem a intoxicação por glifosato. Na prática, só fazemos diagnósticos de intoxicações agudas, e olhe lá. Além disso, muitos casos diagnosticados não foram notificados. Assim, o mais provável é que exista sub-registro dos casos ocorridos”, explica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Codeca afirma que os funcionários estariam devidamente protegidos para a aplicação. “Mas esses equipamentos de proteção (macacão, luva, óculos e máscara) foram produzidos para o hemisfério norte. É humanamente impossível usá-los num dia quente. O trabalhador desidrata. E se usar só a máscara não vai adiantar, porque o produto entra pela pele”, diz Mara.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Só na cultura de soja, o glifosato é utilizado em 100% das lavouras. Esse argumento é suficiente para Mara justificar por que é contra a capina química. “Na rodovia eu concordo que tenha que usar, e é onde é permitido para acabar com o mato. Mas na área urbana, não. Porque já está no ar, na água, na cultura de frutas, vegetais, grãos”, enumera.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Assim que a diretora de marketing da Sociedade Amigos dos Animais (Soama), Natasha Oselame Valenti, ouviu a notícia da possível implantação da capina química em Caxias,  ela se preocupou instantaneamente com a segurança dos animais. Foi logo à internet atrás de informações sobre o glifosato. O Google não foi nada bondoso com o produto, e Natasha logo se alarmou ao ler algumas discussões sobre o glifosato em países como Argentina e Canadá. “Se tem tanta polêmica sobre o assunto, tem que ser muito bem pensado. Não consigo entender a concepção da Codeca de que é mais barato e melhor usar um produto químico do que a capina manual, que fornece emprego e é mais barata”, opina Natasha.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ela reforça que, se aprovada a medida, a Soama vai fiscalizar, e se souber de casos de animais contaminados vai entrar com ação judicial contra a Codeca. “Pra que trazer essa polêmica pra Caxias quando já temos tantos problemas maiores?”, questiona.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O princípio da precaução é, segundo o professor de Direito Ambiental da Universidade de Caxias do Sul (UCS) Gilson Cesar Borges de Almeida, a melhor tática a ser seguida em situações delicadas, como esta de aplicar pesticida dentro da cidade. “Há a necessidade de apresentar um estudo técnico à população. Quando vai ocorrer uma ação ambiental que possa causar dano ao meio e à qualidade de vida das pessoas e não existe certeza científica sobre as suas consequências, deve-se adotar a cautela.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além da capina manual e da capina química, existem outras formas de tirar o mato que ocupa parte de ruas e calçadas. “Uma opção que poderia ser estudada é uma máquina a vapor, acoplada a um trator. Ela ajuda na eliminação do mato, através da aplicação sob alta pressão do vapor de água superaquecido”, explica Luís Carlos Diel Rupp, engenheiro agrônomo e coordenador do Centro Ecológico de Ipê, uma organização não-governamental que trabalha para viabilizar avanços sustentáveis na produção agrícola mediante a adoção de tecnologias alternativas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A capina a vapor, de acordo com Diel Rupp, seria mais cara que a química na hora de adquirir as máquinas. No entanto, como o herbicida não é barato, com o decorrer do tempo os gastos seriam equivalentes. Mesmo se não fossem, o engenheiro acredita que a saúde das pessoas deve ser priorizada. “A química é certamente a pior escolha. Não adianta investir milhões para despoluir um rio, se estamos jogando veneno que irá direto para a água. No verão, onde mais tem que aplicar herbicida, esse veneno evapora, vai para as casas. As pessoas vão ser vítimas em escala”, dispara o engenheiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele acrescenta que o glifosato gera doenças também nas plantas, já que as enfraquece. “Se usarem sempre glifosato, vão gerar plantas resistentes a ele. Não vai mais funcionar e daí terá que adicionar outro herbicida”, prevê.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Agostinho José Silvestre, engenheiro agrônomo da Codeca, entende que quando surge uma inovação surge também uma rota de colisão com a sociedade. Ex-líder estudantil, Silvestre conta que lutou pelo direito ao voto durante a adolescência. Considera-se, portanto, a favor da democracia, e por isso, a favor do debate que se travou a respeito do projeto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">João Osório Martins, engenheiro químico da empresa, parece já ter perdido a paciência com a tal discussão. “É bem-vinda, porém com conhecimentos técnicos. E tem gente que opina sobre os assuntos mais diversos sem esses conhecimentos.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Osório realizou a pesquisa sobre o glifosato para a Codeca anônima e gratuitamente. Só foi contratado agora, pois alguém teria que assumir a responsabilidade técnica pela capina. “É preciso de um bom técnico, e nós estamos cheios de bons técnicos, que aplique as boas práticas de recuperação para seguir o trajeto natural do ser humano que é o desenvolvimento, o andar pra frente”, argumenta Osório. O engenheiro químico conta que sua mãe morreu aos 50 anos. Hoje, ele tem 53. “E ao que se deve esse aumento da expectativa de vida das pessoas? À boa técnica, à química, às mudanças”, acredita ele.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Juntos, os dois engenheiros alegam ter certeza de que o controle através de secantes das ervas é um avanço em termos tecnológicos e ambientais. Com essa técnica, diminuiriam as emissões de gases das mais de 100 roçadeiras da Codeca ligadas diariamente, que também atrapalham pelo barulho. “As pessoas não entendem que não existe mais nenhum centímetro de ambiente natural dentro do perímetro urbano de Caxias. Buscamos então condições de viver da melhor forma possível, absorvendo as modificações ambientais que fomos obrigados a implementar para não morrermos”, explica Silvestre, que se descreve como um “ambientalista na prática”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O engenheiro químico explica que, pela lei estadual, os 496 municípios estão autorizados a usar a capina química. Ele não cita, porém, nenhuma cidade que a esteja usando, só diz que algumas começaram a utilizar sem controle e acompanhamento e tiveram, por causa disso, “alguns problemas”. O controle que seria adotado em Caxias é o uso apenas em lugares onde é extremamente necessário. Não haveria, portanto, capina química em praças, jardins e áreas de bacias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para tranquilizar as pessoas, a Codeca planeja seguir um período de adaptação. “Se a lei for aprovada não vamos sair pulverizando a cidade, nem com aviões largando herbicida no dia seguinte. Vai ser um processo lento e progressivo”, diz Silvestre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A respeito do produto testado, Adiló afirma que os testes foram feitos com o glifosato, mas que poderia ter sido com algum outro componente químico. Na lista de produtos que o presidente guardava cuidadosamente em uma pasta havia também as opções  Diuron, Imazapyr e Sulfentrazona. “Está sendo proposto o glifosato, um aminoácido que apenas inibe o crescimento natural da planta”, explica Osório, com a voz arrastada de quem já está cansado de falar a mesma coisa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para se fazer entender, ao abrir o grosso livro de química que carregava embaixo do braço, Osório mostrou uma tabela internacional de toxidades. Quanto mais para baixo da tabela, mais tóxico. Quanto mais para cima, menos tóxico. E o glifosato lá estava, quase no alto da tabela, junto da aspirina. “Ninguém está brincando aqui. A diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem, eu sempre digo.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Silvestre completa dizendo que o glifosato pode ser menos tóxico do que o sal de cozinha. “Se um ambientalista consumir um quilo de sal de cozinha eu tomo um litro do produto (glifosato), sem problema nenhum. Tenho certeza de que ele vai falar com São Pedro antes do que eu”, provoca.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nenhum dos dois diz ter conhecimento de acidentes comprovados envolvendo o produto. “As pessoas na nossa região têm alimentação inadequada. Elas podem arrumar qualquer argumento para dizer que ficaram doentes por causa da aplicação do glifosato”, desacredita Silvestre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O engenheiro agrônomo afirma que não vê como o produto pode fazer mal à saúde, já que está nas prateleiras dos mercados. De fato, o glifosato é vendido em agropecuárias. O Roundup custa em média R$ 12 ao litro. É vendido para controlar plantas daninhas. Aos compradores, a loja informa sobre as rígidas precauções que devem ser observadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A embalagem do galão traz, na frente, o desenho de uma caveira sobre ossos cruzados,  com os dizeres “CUIDADO VENENO”. Ao lado, alguns desenhos indicam os cuidados, como o uso de material de proteção, que é obrigatório. Além de macacão, óculos, botas, luvas e máscara, é necessário também uma touca árabe e um avental. Constam na embalagem do produto informações sobre sua toxicidade: “Classificação Toxicológica III – Medianamente Tóxico” e “Classificação quanto ao Potencial de Periculosidade Ambiental III – Produto Perigoso ao Meio Ambiente”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é recomendado reutilizar a embalagem depois de esvaziada (sua devolução é obrigatória), nem comer, beber ou fumar durante o manuseio e a aplicação. Chama a atenção no verso da embalagem a indicação de evitar o uso do glifosato na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, e também a de não transportar o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O glifosato também aparece na formulação de outros pesticidas vendidos sem qualquer restrição. Sua aplicação é indicada para pequenas áreas e calçadas. Basta diluir em água o conteúdo já líquido e colocar sobre as ervas daninhas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Se bem controlada, afirma Osório, a capina química pode ser feita apenas uma vez por ano, embora haja quem defenda que seja necessário duas ou três. “Também não é bom cruzar a rua onde o produto foi aplicado antes de 24 horas.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas o esforço vale a pena, segundo os engenheiros. “Tenho certeza de que as pessoas vão pedir pra passar glifosato na sua rua. Elas vão agradecer”, acredita Silvestre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Entretanto, a agilidade que a nova capina traria – o pulverizador faria o trabalho de 20 roçadeiras – é motivo de preocupação para o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana (Sindilimp). O presidente, Nestor Alves Borges, diz que a Codeca teria garantido ao sindicato que o quadro de funcionários não sofreria cortes, mas que essa questão ficou no ar. “Tomamos a decisão de que seremos contra até que se justifique com a questão técnica que não é prejudicial à saúde pública e dos trabalhadores, e que ninguém vai ser demitido”, afirma Borges.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por enquanto, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) não está autorizando licenças para as cidades gaúchas implantarem a capina química porque ainda não chegou no mercado o glifosato com rótulo N/A, ou seja, não agrícola. A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) protocolou na semana passada um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitando que esta determine aos fabricantes que coloquem a indicação no rótulo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Com isso, a Fepam poderá liberar os processos de todos os municípios que estão entrando com pedidos. “Esperamos que o Ministério do Meio Ambiente nos passe nos próximos meses um regramento, dizendo o que pode e o que não pode, que a resolução estadual já esteja com regulamentação e que a Anvisa notifique os fabricantes. Daí nós poderemos voltar a esta discussão”, explica Adiló.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A retomada do assunto deve ser tratado pela empresa pública de forma bem diferente da primeira vez, quando imaginou-se que seria uma decisão simples. Embora tenha que recuar hoje, Adiló Didomenico diz com convicção que este produto será a grande solução ambiental e para a qualidade da limpeza urbana no futuro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Enquanto isso, a cidade vai perder muito, alerta ele. O mato que cresce nas ruas e canteiros não espera pela decisão do Condema. E as chuvas que castigam Caxias impedem que os funcionários realizem a capina manual. Segundo números apresentados por Adiló, mais de 80% dos dias nos últimos três meses tinham sido chuvosos. “Para este ano e o começo do ano que vem vamos ter que aguentar a capoeira alta que tomou conta.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O maior pesar, para ele, é saber que mesmo depois de quatro anos de estudo outras cidades gaúchas podem ser as pioneiras na regulamentação da capina química. Caxias do Sul, a cidade que se destaca pela coleta de lixo mecanizada, um dos maiores orgulhos da Codeca, não deve ser, desta vez, a novidade.</div>
<p>Sentado na ponta da mesa de reuniões da sala da diretoria da Codeca, Adiló Didomenico tira lentamente os óculos, segura-os na mão e diz, desanimado: “Estamos retirando, por ora, o projeto da capina química em Caxias”.</p>
<p>A decisão de tentar implantar o novo processo foi anunciada pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias no final do mês de setembro, e desde lá tem sido a maior causa de desconforto e discórdia que Adiló vivenciou nos cinco anos em que ocupa a presidência da empresa pública. O causador de tanta agitação é um pesticida da categoria dos herbicidas chamado glifosato. Mais conhecido pelo nome comercial –  Roundup, da multinacional Monsanto –, o glifosato é o herbicida mais vendido do mundo, principalmente para a produção agrícola.</p>
<p>A atuação do componente químico foi estudada durante quatro anos por engenheiros da Codeca para substituir as roçadeiras hoje responsáveis pela árdua eliminação das ervas daninhas na área urbana. Com a proposta, ao invés das roçadeiras, os funcionários da Codeca diluiriam 0,8% de glifosato na água e, com um pulverizador, aplicariam a solução no entorno do meio fio, avançando até dois metros em direção ao centro das ruas.</p>
<p><strong>Escute o depoimento da repórter Valquíria Vita:</strong></p>

<p>Os ganhos seriam tanto para a Codeca quanto para a cidade e o meio ambiente, garante Adiló. Com a extinção da capina manual, evitaria-se o rápido crescimento do mato, o prejuízo às árvores (que descascam quando atingidas involuntariamente pelas lâminas), a queima de óleo das roçadeiras e os acidentes como danos a vidros, faróis, latarias e, principalmente, a pedestres, que ao longo dos anos acarretaram duras indenizações cobradas da empresa.</p>
<p>O glifosato, porém, leva junto com seu nome uma má fama, simplesmente pelo fato de ser um pesticida. Se ele é capaz de secar e matar plantas, surge a preocupação a respeito do dano que pode causar à água, aos animais e às pessoas. “O ingrediente ativo é de baixa toxicidade, mas a formulação comercial inclui um surfactante que aumenta a eficácia do produto, mas que também aumenta, e bastante, a toxicidade”, resume a doutora em epidemiologia e professora da Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves, Neice Müller Xavier Faria.</p>
<p>Além disso, mesmo que o Conselho Estadual do Meio Ambiente, por meio da Resolução 119/2006, autorize a capina química no Rio Grande do Sul, há uma lei municipal de 2004 que a proíbe em Caxias. Com a proposta da Codeca, Caxias seria a única cidade do Estado a utilizar a prática. Em outras localidades sabe-se apenas de tentativas frustradas. O município gaúcho de Cerro Largo suspendeu a aplicação da lei local que possibilitava o uso da capina com a utilização de substâncias químicas nas áreas urbanas em 2007. O mesmo ocorreu na cidade de Sete de Setembro na metade deste ano.</p>
<p>Na segunda-feira, dia 30, Adiló surpreendeu ao admitir que estava com vontade de retirar o projeto, afirmando que houve uma má compreensão por parte da população, que, em vez de discutir a questão técnica e ambiental, levou para o lado político e ideológico. Ele acredita que as pessoas contrárias à prática são as que têm conceitos antigos. “Eles têm preconceito como eu também tinha”, diz Adiló.</p>
<p>O presidente da Codeca ainda aguarda a decisão dos 22 membros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), que formou uma comissão para discutir a proposta. A definição deveria ter saí-do na manhã de quarta-feira, dia 2. Dois dos conselheiros, porém, adiaram a discussão, que já se arrasta há semanas, aumentando as expectativas dos contrários e dos favoráveis à capina química. Uma nova reunião ficou marcada para 17 de dezembro.</p>
<p>Após conversar com seus engenheiros, um dia depois de admitir que poderia retirar o projeto, Adiló voltou atrás. Disse que pretende ampliar a discussão a partir de janeiro de 2010. A equipe vai, até lá, munir-se de mais argumentos para tentar implantar a capina. O mais forte deles, segundo o presidente, é o uso do herbicida na União Europeia.</p>
<p>No final de novembro, Adiló e uma comitiva da Codeca e da prefeitura partiram rumo à Europa com o objetivo de visitar a moderna destinação de resíduos utilizada pelos países do outro lado do Atlântico. A viagem foi paga pela Codeca e prefeitura.</p>
<p>Visitando Itália, Alemanha e Espanha, a comitiva analisou também a prática de limpeza urbana. O uso da capina química, autorizado há dois anos em todos os países da Europa, encantou Adiló, que achou ali uma esperança de convencer Caxias do Sul de que essa é uma prática avançada e, principalmente, segura ao meio ambiente. “Se eu tivesse ido para a Europa e eles tivessem dito que estavam abolindo a capina química seria uma questão encerrada. É válido copiar boas ideias.”</p>
<blockquote><p>Aplicação da capina química exigiria que moradores evitassem o local pulverizado por 24 horas</p></blockquote>
<p>O fracasso em tentar demonstrar que o projeto seria benéfico à natureza foi o que mais frustrou Adiló. “A Codeca tem 23 ações pró-ambiente. Em tudo o que fazemos procuramos melhorar”, diz, acrescentando que todas essas práticas não podem ser simplesmente jogadas no lixo (sem trocadilhos) por causa de uma ação mal interpretada.</p>
<p>Caçador esportista há muitos anos, Adiló se diz um admirador do equilíbrio entre homem e natureza, principalmente no que se refere à preservação dos pássaros. “Nas regiões onde se aplica os herbicidas na soja, não se encontra caça. Então eu tinha receio que esses produtos também prejudicariam os pássaros. Fui em busca de conhecimento, contratei pesquisas, testes de campo, e eles deram residual zero, nenhum risco, nenhuma contaminação”, diz o presidente, afirmando que não existe nenhum estudo científico que apresente qualquer risco do produto.</p>
<p>A opinião de outros especialistas, entretanto, não é tão otimista, tampouco tão tranquilizadora. Mesmo sem nunca ter fumado um cigarro, a doutora em Toxicologia e pesquisadora da Universidade de Passo Fundo (UPF) Mara Regina Tagliari Calliari tem uma tosse seca insistente. Os médicos chegaram a investigar a hipótese de uma tuberculose. A única explicação que conseguiram encontrar para o surgimento da tosse e de uma constante rinite alérgica foi a exposição que Mara teve ao glifosato entre os anos de 2001 e 2005. Nesse período, a pesquisadora trabalhou com o componente químico durante testes em ratos e começou a ter urticárias só de aplicar o produto.</p>
<p>Mara começou a se interessar por agrotóxicos em 1983, quando era estudante de Enfermagem na mesma faculdade onde hoje dá aula a jovens. Despertava sua curiosidade o grande número de bebês que nasciam com má formação. Foi quando começou a estudar Toxicologia.</p>
<p>Ao longo dos anos, Mara participou e liderou pesquisas sobre o tema que tanto a instigava. Analisando as reações do glifosato em seres humanos, percebeu efeitos no sistema reprodutivo. “Há um aumento no número de abortos e partos prematuros nas famílias rurais que têm contato com o glifosato”, afirma.</p>
<p>Alguns dos sintomas que podem surgir por causa do contato com o produto, de acordo com a pesquisadora, são irritação nos olhos, na pele, dor de cabeça, palpitação, náusea, entorpecimento, alteração respiratória, dano hepático e renal. “A ação do glifosato no corpo é cumulativa, ou seja, quanto mais produto no organismo, mais graves serão as consequências”, resume Mara.</p>
<p>Os trabalhadores que teriam que aplicar o produto na capina química poderiam ser afetados, principalmente se não estiverem usando os equipamentos de proteção recomendados, segundo a professora Neice Müller Xavier Faria. “Os riscos mais reconhecidos são sintomas de intoxicação aguda, principalmente irritação de olhos, pele e mucosas. Conforme a intensidade da exposição também pode ocorrer congestão nos pulmões.”</p>
<p>Há uma certa dificuldade em documentar doenças relacionadas aos agrotóxicos. Mas, como alerta Neice, o fato de não se ter registros de problemas não significa que eles não ocorram. “Existem limitações dos profissionais em reconhecer os sintomas, agravadas pela inexistência de exames laboratoriais que documentem a intoxicação por glifosato. Na prática, só fazemos diagnósticos de intoxicações agudas, e olhe lá. Além disso, muitos casos diagnosticados não foram notificados. Assim, o mais provável é que exista sub-registro dos casos ocorridos”, explica.</p>
<blockquote><p>“Se um ambientalista consumir um 1 quilo de sal, eu tomo 1 litro do produto”, diz Silvestre, da Codeca</p></blockquote>
<p>A Codeca afirma que os funcionários estariam devidamente protegidos para a aplicação. “Mas esses equipamentos de proteção (macacão, luva, óculos e máscara) foram produzidos para o hemisfério norte. É humanamente impossível usá-los num dia quente. O trabalhador desidrata. E se usar só a máscara não vai adiantar, porque o produto entra pela pele”, diz Mara.</p>
<p>Só na cultura de soja, o glifosato é utilizado em 100% das lavouras. Esse argumento é suficiente para Mara justificar por que é contra a capina química. “Na rodovia eu concordo que tenha que usar, e é onde é permitido para acabar com o mato. Mas na área urbana, não. Porque já está no ar, na água, na cultura de frutas, vegetais, grãos”, enumera.</p>
<p>Assim que a diretora de marketing da Sociedade Amigos dos Animais (Soama), Natasha Oselame Valenti, ouviu a notícia da possível implantação da capina química em Caxias,  ela se preocupou instantaneamente com a segurança dos animais. Foi logo à internet atrás de informações sobre o glifosato. O Google não foi nada bondoso com o produto, e Natasha logo se alarmou ao ler algumas discussões sobre o glifosato em países como Argentina e Canadá. “Se tem tanta polêmica sobre o assunto, tem que ser muito bem pensado. Não consigo entender a concepção da Codeca de que é mais barato e melhor usar um produto químico do que a capina manual, que fornece emprego e é mais barata”, opina Natasha.</p>
<p>Ela reforça que, se aprovada a medida, a Soama vai fiscalizar, e se souber de casos de animais contaminados vai entrar com ação judicial contra a Codeca. “Pra que trazer essa polêmica pra Caxias quando já temos tantos problemas maiores?”, questiona.</p>
<p>O princípio da precaução é, segundo o professor de Direito Ambiental da Universidade de Caxias do Sul (UCS) Gilson Cesar Borges de Almeida, a melhor tática a ser seguida em situações delicadas, como esta de aplicar pesticida dentro da cidade. “Há a necessidade de apresentar um estudo técnico à população. Quando vai ocorrer uma ação ambiental que possa causar dano ao meio e à qualidade de vida das pessoas e não existe certeza científica sobre as suas consequências, deve-se adotar a cautela.”</p>
<p>Além da capina manual e da capina química, existem outras formas de tirar o mato que ocupa parte de ruas e calçadas. “Uma opção que poderia ser estudada é uma máquina a vapor, acoplada a um trator. Ela ajuda na eliminação do mato, através da aplicação sob alta pressão do vapor de água superaquecido”, explica Luís Carlos Diel Rupp, engenheiro agrônomo e coordenador do Centro Ecológico de Ipê, uma organização não-governamental que trabalha para viabilizar avanços sustentáveis na produção agrícola mediante a adoção de tecnologias alternativas.</p>
<p>A capina a vapor, de acordo com Diel Rupp, seria mais cara que a química na hora de adquirir as máquinas. No entanto, como o herbicida não é barato, com o decorrer do tempo os gastos seriam equivalentes. Mesmo se não fossem, o engenheiro acredita que a saúde das pessoas deve ser priorizada. “A química é certamente a pior escolha. Não adianta investir milhões para despoluir um rio, se estamos jogando veneno que irá direto para a água. No verão, onde mais tem que aplicar herbicida, esse veneno evapora, vai para as casas. As pessoas vão ser vítimas em escala”, dispara o engenheiro.</p>
<p>Ele acrescenta que o glifosato gera doenças também nas plantas, já que as enfraquece. “Se usarem sempre glifosato, vão gerar plantas resistentes a ele. Não vai mais funcionar e daí terá que adicionar outro herbicida”, prevê.</p>
<blockquote><p>Um pulverizador abastecido com glifosato diluído em água seria capaz de fazer o trabalho de 20 roçadeiras</p></blockquote>
<p>Agostinho José Silvestre, engenheiro agrônomo da Codeca, entende que quando surge uma inovação surge também uma rota de colisão com a sociedade. Ex-líder estudantil, Silvestre conta que lutou pelo direito ao voto durante a adolescência. Considera-se, portanto, a favor da democracia, e por isso, a favor do debate que se travou a respeito do projeto.</p>
<p>João Osório Martins, engenheiro químico da empresa, parece já ter perdido a paciência com a tal discussão. “É bem-vinda, porém com conhecimentos técnicos. E tem gente que opina sobre os assuntos mais diversos sem esses conhecimentos.”</p>
<p>Osório realizou a pesquisa sobre o glifosato para a Codeca anônima e gratuitamente. Só foi contratado agora, pois alguém teria que assumir a responsabilidade técnica pela capina. “É preciso de um bom técnico, e nós estamos cheios de bons técnicos, que aplique as boas práticas de recuperação para seguir o trajeto natural do ser humano que é o desenvolvimento, o andar pra frente”, argumenta Osório. O engenheiro químico conta que sua mãe morreu aos 50 anos. Hoje, ele tem 53. “E ao que se deve esse aumento da expectativa de vida das pessoas? À boa técnica, à química, às mudanças”, acredita ele.</p>
<p>Juntos, os dois engenheiros alegam ter certeza de que o controle através de secantes das ervas é um avanço em termos tecnológicos e ambientais. Com essa técnica, diminuiriam as emissões de gases das mais de 100 roçadeiras da Codeca ligadas diariamente, que também atrapalham pelo barulho. “As pessoas não entendem que não existe mais nenhum centímetro de ambiente natural dentro do perímetro urbano de Caxias. Buscamos então condições de viver da melhor forma possível, absorvendo as modificações ambientais que fomos obrigados a implementar para não morrermos”, explica Silvestre, que se descreve como um “ambientalista na prática”.</p>
<p>O engenheiro químico explica que, pela lei estadual, os 496 municípios estão autorizados a usar a capina química. Ele não cita, porém, nenhuma cidade que a esteja usando, só diz que algumas começaram a utilizar sem controle e acompanhamento e tiveram, por causa disso, “alguns problemas”. O controle que seria adotado em Caxias é o uso apenas em lugares onde é extremamente necessário. Não haveria, portanto, capina química em praças, jardins e áreas de bacias.</p>
<p>Para tranquilizar as pessoas, a Codeca planeja seguir um período de adaptação. “Se a lei for aprovada não vamos sair pulverizando a cidade, nem com aviões largando herbicida no dia seguinte. Vai ser um processo lento e progressivo”, diz Silvestre.</p>
<p>A respeito do produto testado, Adiló afirma que os testes foram feitos com o glifosato, mas que poderia ter sido com algum outro componente químico. Na lista de produtos que o presidente guardava cuidadosamente em uma pasta havia também as opções  Diuron, Imazapyr e Sulfentrazona. “Está sendo proposto o glifosato, um aminoácido que apenas inibe o crescimento natural da planta”, explica Osório, com a voz arrastada de quem já está cansado de falar a mesma coisa.</p>
<p>Para se fazer entender, ao abrir o grosso livro de química que carregava embaixo do braço, Osório mostrou uma tabela internacional de toxidades. Quanto mais para baixo da tabela, mais tóxico. Quanto mais para cima, menos tóxico. E o glifosato lá estava, quase no alto da tabela, junto da aspirina. “Ninguém está brincando aqui. A diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem, eu sempre digo.”</p>
<p>Silvestre completa dizendo que o glifosato pode ser menos tóxico do que o sal de cozinha. “Se um ambientalista consumir um quilo de sal de cozinha eu tomo um litro do produto (glifosato), sem problema nenhum. Tenho certeza de que ele vai falar com São Pedro antes do que eu”, provoca.</p>
<p>Nenhum dos dois diz ter conhecimento de acidentes comprovados envolvendo o produto. “As pessoas na nossa região têm alimentação inadequada. Elas podem arrumar qualquer argumento para dizer que ficaram doentes por causa da aplicação do glifosato”, desacredita Silvestre.</p>
<p>O engenheiro agrônomo afirma que não vê como o produto pode fazer mal à saúde, já que está nas prateleiras dos mercados. De fato, o glifosato é vendido em agropecuárias. O Roundup custa em média R$ 12 ao litro. É vendido para controlar plantas daninhas. Aos compradores, a loja informa sobre as rígidas precauções que devem ser observadas.</p>
<p>A embalagem do galão traz, na frente, o desenho de uma caveira sobre ossos cruzados,  com os dizeres “CUIDADO VENENO”. Ao lado, alguns desenhos indicam os cuidados, como o uso de material de proteção, que é obrigatório. Além de macacão, óculos, botas, luvas e máscara, é necessário também uma touca árabe e um avental. Constam na embalagem do produto informações sobre sua toxicidade: “Classificação Toxicológica III – Medianamente Tóxico” e “Classificação quanto ao Potencial de Periculosidade Ambiental III – Produto Perigoso ao Meio Ambiente”.</p>
<p>Não é recomendado reutilizar a embalagem depois de esvaziada (sua devolução é obrigatória), nem comer, beber ou fumar durante o manuseio e a aplicação. Chama a atenção no verso da embalagem a indicação de evitar o uso do glifosato na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, e também a de não transportar o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas.</p>
<p>O glifosato também aparece na formulação de outros pesticidas vendidos sem qualquer restrição. Sua aplicação é indicada para pequenas áreas e calçadas. Basta diluir em água o conteúdo já líquido e colocar sobre as ervas daninhas.</p>
<p>Se bem controlada, afirma Osório, a capina química pode ser feita apenas uma vez por ano, embora haja quem defenda que seja necessário duas ou três. “Também não é bom cruzar a rua onde o produto foi aplicado antes de 24 horas.”</p>
<p>Mas o esforço vale a pena, segundo os engenheiros. “Tenho certeza de que as pessoas vão pedir pra passar glifosato na sua rua. Elas vão agradecer”, acredita Silvestre.</p>
<p>Entretanto, a agilidade que a nova capina traria – o pulverizador faria o trabalho de 20 roçadeiras – é motivo de preocupação para o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana (Sindilimp). O presidente, Nestor Alves Borges, diz que a Codeca teria garantido ao sindicato que o quadro de funcionários não sofreria cortes, mas que essa questão ficou no ar. “Tomamos a decisão de que seremos contra até que se justifique com a questão técnica que não é prejudicial à saúde pública e dos trabalhadores, e que ninguém vai ser demitido”, afirma Borges.</p>
<p>Por enquanto, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) não está autorizando licenças para as cidades gaúchas implantarem a capina química porque ainda não chegou no mercado o glifosato com rótulo N/A, ou seja, não agrícola. A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) protocolou na semana passada um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitando que esta determine aos fabricantes que coloquem a indicação no rótulo.</p>
<p>Com isso, a Fepam poderá liberar os processos de todos os municípios que estão entrando com pedidos. “Esperamos que o Ministério do Meio Ambiente nos passe nos próximos meses um regramento, dizendo o que pode e o que não pode, que a resolução estadual já esteja com regulamentação e que a Anvisa notifique os fabricantes. Daí nós poderemos voltar a esta discussão”, explica Adiló.</p>
<p>A retomada do assunto deve ser tratado pela empresa pública de forma bem diferente da primeira vez, quando imaginou-se que seria uma decisão simples. Embora tenha que recuar hoje, Adiló Didomenico diz com convicção que este produto será a grande solução ambiental e para a qualidade da limpeza urbana no futuro.</p>
<p>Enquanto isso, a cidade vai perder muito, alerta ele. O mato que cresce nas ruas e canteiros não espera pela decisão do Condema. E as chuvas que castigam Caxias impedem que os funcionários realizem a capina manual. Segundo números apresentados por Adiló, mais de 80% dos dias nos últimos três meses tinham sido chuvosos. “Para este ano e o começo do ano que vem vamos ter que aguentar a capoeira alta que tomou conta.”</p>
<p>O maior pesar, para ele, é saber que mesmo depois de quatro anos de estudo outras cidades gaúchas podem ser as pioneiras na regulamentação da capina química. Caxias do Sul, a cidade que se destaca pela coleta de lixo mecanizada, um dos maiores orgulhos da Codeca, não deve ser, desta vez, a novidade.</p>
<p><em>Da versão impressa.</em></p>
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A decisão de tentar implantar o novo processo foi anunciada pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias no final do mês de setembro, e desde lá tem sido a maior causa de desconforto e discórdia que Adiló vivenciou nos cinco anos em que ocupa a presidência da empresa pública. O causador de tanta agitação é um pesticida da categoria dos herbicidas chamado glifosato. Mais conhecido pelo nome comercial –  Roundup, da multinacional Monsanto –, o glifosato é o herbicida mais vendido do mundo, principalmente para a produção agrícola.
A atuação do componente químico foi estudada durante quatro anos por engenheiros da Codeca para substituir as roçadeiras hoje responsáveis pela árdua eliminação das ervas daninhas na área urbana. Com a proposta, ao invés das roçadeiras, os funcionários da Codeca diluiriam 0,8% de glifosato na água e, com um pulverizador, aplicariam a solução no entorno do meio fio, avançando até dois metros em direção ao centro das ruas.
Os ganhos seriam tanto para a Codeca quanto para a cidade e o meio ambiente, garante Adiló. Com a extinção da capina manual, evitaria-se o rápido crescimento do mato, o prejuízo às árvores (que descascam quando atingidas involuntariamente pelas lâminas), a queima de óleo das roçadeiras e os acidentes como danos a vidros, faróis, latarias e, principalmente, a pedestres, que ao longo dos anos acarretaram duras indenizações cobradas da empresa.
O glifosato, porém, leva junto com seu nome uma má fama, simplesmente pelo fato de ser um pesticida. Se ele é capaz de secar e matar plantas, surge a preocupação a respeito do dano que pode causar à água, aos animais e às pessoas. “O ingrediente ativo é de baixa toxicidade, mas a formulação comercial inclui um surfactante que aumenta a eficácia do produto, mas que também aumenta, e bastante, a toxicidade”, resume a doutora em epidemiologia e professora da Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves, Neice Müller Xavier Faria.
Além disso, mesmo que o Conselho Estadual do Meio Ambiente, por meio da Resolução 119/2006, autorize a capina química no Rio Grande do Sul, há uma lei municipal de 2004 que a proíbe em Caxias. Com a proposta da Codeca, Caxias seria a única cidade do Estado a utilizar a prática. Em outras localidades sabe-se apenas de tentativas frustradas. O município gaúcho de Cerro Largo suspendeu a aplicação da lei local que possibilitava o uso da capina com a utilização de substâncias químicas nas áreas urbanas em 2007. O mesmo ocorreu na cidade de Sete de Setembro na metade deste ano.
Na segunda-feira, dia 30, Adiló surpreendeu ao admitir que estava com vontade de retirar o projeto, afirmando que houve uma má compreensão por parte da população, que, em vez de discutir a questão técnica e ambiental, levou para o lado político e ideológico. Ele acredita que as pessoas contrárias à prática são as que têm conceitos antigos. “Eles têm preconceito como eu também tinha”, diz Adiló.
O presidente da Codeca ainda aguarda a decisão dos 22 membros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), que formou uma comissão para discutir a proposta. A definição deveria ter saí-do na manhã de quarta-feira, dia 2. Dois dos conselheiros, porém, adiaram a discussão, que já se arrasta há semanas, aumentando as expectativas dos contrários e dos favoráveis à capina química. Uma nova reunião ficou marcada para 17 de dezembro.
Após conversar com seus engenheiros, um dia depois de admitir que poderia retirar o projeto, Adiló voltou atrás. Disse que pretende ampliar a discussão a partir de janeiro de 2010. A equipe vai, até lá, munir-se de mais argumentos para tentar implantar a capina. O mais forte deles, [...]</itunes:summary>
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		<title>Escute o podcast #1 com comentários da redação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 20:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Sperb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A redação do jornal O Caxiense comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. Renato Henrichs antecipa sua coluna do jornal impresso e Roberto Hunoff fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na pauta e Fabiano Provin e Marcelo Mugnol fala sobre a dupla CAJU. Notícias sobre a Festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A redação do jornal O Caxiense comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. Renato Henrichs antecipa sua coluna do jornal impresso e Roberto Hunoff fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na pauta e Fabiano Provin e Marcelo Mugnol fala sobre a dupla CAJU.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Notícias sobre a Festa da Uva, eleição do DCE-UCS, reajuste dos servidores e Junta Comercial são comentadas pelos repórteres.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O podcast será publicado sempre às sextas-feiras.</div>
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<p>A <a title="Redação" href="http://ocaxiense.com.br/quem-somos/" target="_blank">redação do jornal O Caxiense</a> comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. <a title="Renato Henrichs" href="http://ocaxiense.com.br/category/colunistas/renato-henrichs/" target="_blank">Renato Henrichs</a> antecipa sua coluna do jornal impresso e <a title="Roberto Hunoff" href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/randon-admite-17-mil-funcionarios/" target="_blank">Roberto Hunoff </a> fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na pauta e Fabiano Provin e Marcelo Mugnol falam sobre <a title="Juventude" href="http://ocaxiense.com.br/category/esportes/juventude/" target="_blank">Juventude</a> e <a title="Caxias" href="http://ocaxiense.com.br/category/esportes/caxias/" target="_blank">Caxias</a>, respectivamente.</p>
<p>Notícias sobre a <a title="Festa da Uva" href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/festa-da-uva-tera-estacoes-de-trem-tematicas/" target="_blank">Festa da Uva</a>,<a title="DCE" href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/chapa-2-vence-eleicao-do-dce-ucs-com-5228-dos-votos/" target="_blank"> eleição do DCE-UCS</a>, <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/servidores-tem-reajuste-trimestral-de-salario/" target="_blank">reajuste dos servidores</a> e <a href="http://ocaxiense.com.br/2009/12/escritorio-da-junta-comercial-promete-agilizar-processos/" target="_blank">Junta Comercial </a>são comentadas pelos repórteres.</p>
<p><span id="more-722"></span></p>
<p>O podcast será publicado sempre às sextas-feiras.</p>
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	<itunes:summary>A redação do jornal O Caxiense comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. Renato Henrichs antecipa sua coluna do jornal impresso e Roberto Hunoff fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na pauta e Fabiano Provin e Marcelo Mugnol fala sobre a dupla CAJU.
Notícias sobre a Festa da Uva, eleição do DCE-UCS, reajuste dos servidores e Junta Comercial são comentadas pelos repórteres.
O podcast será publicado sempre às sextas-feiras.
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A redação do jornal O Caxiense comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. Renato Henrichs antecipa sua coluna do jornal impresso e Roberto Hunoff  fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na pauta e Fabiano Provin e Marcelo Mugnol falam sobre Juventude e Caxias, respectivamente.
Notícias sobre a Festa da Uva, eleição do DCE-UCS, reajuste dos servidores e Junta Comercial são comentadas pelos repórteres.

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<itunes:subtitle>A redação do jornal O Caxiense comenta algumas das principais notícias desta semana em Caxias do Sul. Renato Henrichs antecipa sua coluna do jornal impresso e Roberto Hunoff fala sobre os empregos gerados pela Randon. Futebol também está na [...]</itunes:subtitle>
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